sábado, 28 de fevereiro de 2009

Se o Sol quando nasce é para todos, porque é que apenas 2 empresas podem beneficiar com ele?

No passado dia 27-02-2009, após a reunião do Vice Presidente da APISOLAR, Eng.º Rafel Ribas, no Ministério da Economia e Inovação, os profissionais do sector concentraram-se junto à Foz do Rio Trancão, em Sacavém, para saber quais as novidades mais recentes relativas a este problema.
Na presença da equipa de reportagem da TVI, o Vice Presidente da APISOLAR expôs o teor da reunião no MEI, confirmando a falta de vontade por parte deste em considerar a inclusão das restantes empresas Nacionais neste Programa.
Na sequência da falta de disponibilidade para dialogar com os representantes da Associação, nomedamente quanto à possibilidade de suspender este programa de apoio ao investimento em sistemas solares, os presentes optaram por entregar, pessoalmente, ao Sr. Ministro, cópia da carta entregue p.m.p. no MEI, a 20-02-2009, onde se justifica a tomada de posição por parte da APISOLAR, assim como o abaixo-assinado que circulou por todos os Profissionais do sector, exigindo a suspensão destas medidas a tomar pelo Governo.
Os presentes dirigiram-se para o Museu do Oriente, onde o Sr. Dr. Manuel Pinho participou numa Conferência sobre Energia e Sociedade. Apesar da sua relutância, este acabou por receber a carta entregue pela APISOLAR, justificando aos media presentes, nomeadamente a TVI, SIC e TSF, que o progama estava aberto a todas as empresas, e que as empresas presentes seriam muito bem vindas, não explicando porém porque é que este programa não nos foi apresentado com a devida antecedência e também o porquê de os requisitos serem de tal forma exigentes, que provavelmente nem as 2 empresas previamente seleccionadas os podem cumprir na integra.
A Vulcano, uma das 2 empresas participantes neste programa, reuniu, no passado dia 26-02-2009, com alguns dos seus clientes instaladores, em Lisboa, para uma sessão de esclarecimento acerca deste programa e das condições do mesmo, tendo adiado a apresentação que estava prevista para este mesmo dia em Aveiro, para o próximo dia 02-03-2009, em Guimarães.
Também o Banco Millenium BCP, um dos 4 Bancos incluidos neste programa, agendou acções de informação para os seus quadros, durante o fim-de-semana, na região de Lisboa, de forma a preparar os seus funcionários para o esclarecimento de eventuais duvidas a colocar pelos potenciais clientes, já a partir da próxima 2ª feira, dia 2 de Março.




Manuel Pinho nega discriminação de empresas no protocolo para compra de painéis solares

O ministro da Economia garantiu hoje que não há discriminação das empresas mais pequenas no acesso ao protocolo para aquisição de painéis solares que arranca segunda-feira, em resposta a uma acusação da Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar).

O ministro da Economia garantiu hoje que não há discriminação das empresas mais pequenas no acesso ao protocolo para aquisição de painéis solares que arranca segunda-feira, em resposta a uma acusação da Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar).
Manuel Pinho assegurou que todas as empresas são bem-vindas a participar na iniciativa desde que cumpram os critérios mínimos que foram definidos para defender os interesses dos consumidores, de acordo com a Lusa. "É preciso que as empresas envolvidas assegurem o desconto, a instalação e a garantia da instalação, a manutenção e a garantia da manutenção durante seis anos", frisou o ministro. O ministro da Economia falava aos jornalistas à entrada de uma conferência sobre Energia e Sociedade, promovida pelo Fundo de Apoio à Inovação/Energias Renováveis, após ter sido confrontado por uma comitiva da API Solar que interpelou o governante para lhe entregar uma carta com as respectivas queixas e reivindicações.
Recentemente, o primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou, num debate quinzenal na Assembleia da República, benefícios fiscais e facilidades no acesso ao crédito bancário para as famílias que instalem painéis solares. O programa de incentivos à utilização de energias renováveis dirigidos ao sector residencial pretende atingir 65 mil habitações em 2009, num investimento de 225 milhões de euros. Na sequência desse anúncio foi estabelecido um protocolo com quatro bancos (BES, BPI, BCP e CGD) e com três marcas (a Vulcano da Bosch, a Martifer e a Ao Sol), que entra em funcionamento na segunda-feira, para promover a venda de painéis solares, mesmo que a operação não envolva recurso ao crédito.
Para o responsável da Apisolar, Carlos Campos, o protocolo limita as empresas mais pequenas e impede a criação de novos postos de trabalho, que seriam "essenciais" para o relançamento da actividade em Portugal.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Construção não recebeu um cêntimo do pagamento de dívidas do Estado

Os milhões que o primeiro-ministro disse estarem a fluir dos cofres do Estado para as empresas, por via do programa de pagamento de dívidas em atraso, não estão a chegar às empresas de construção civil. As Pequenas e Médias Empresas também se dizem a zeros.
Os dirigentes do sector da construção civil dizem-se credores do Estado em cerca de 1,9 mil milhões de euros. Deste montante, mais de metade, cerca de mil milhões de euros, são devidos pelas autarquias. A Administração Central deve às empresas do sector da construção cerca de 900 milhões de euros, contas feitas pelos responsáveis do sector.
"Isto continua como antes, ou seja as empresas de construção não receberam, não houve nenhum reflexo do anúncio do senhor primeiro-ministro", disse Reis Campos, presidente da Federação das Associações dos Industriais da Construção Civil."O sector da construção continua a ser credor do Estado, quer das autarquias quer da administração central", acrescentou, em declarações à rádio TSF.
De acordo com Reis Campos, as empresas da construção civil não notam os efeitos do programa "Pagar a tempo e horas", em vigor há quase um ano, nem viram resultados palpáveis das palavras de José Sócrates. O primeiro-ministro disse, recentemente, na Assembleia da República, que o Estado já havia regularizado dívidas no valor de 1,4 mil milhões de euros. Na ocasião, Paulo Rangel, líder da bancada parlamentar do PSD, acusou o Governo de estar só a regularizar as dívidas ao sector da Saúde, que considerou um caso à parte.
Segundo Reis Campos, não só não entra o dinheiro do programa "Pagar a tempo e horas", como cada vez é mais difícil receber das autarquias, ainda que tarde e a más horas. "O prazo de pagamento médio das autarquias é de 8,1 meses", disse. "Nunca desde 2004 tivemos uma situação igual", acrescentou.
Entre as Pequenas e Médias Empresas, também não se nota o dinheiro anunciado por Sócrates. "Nos contactos permanentes que mantemos com os nossos dirigentes e com os associados não temos notícia que isso tenha ocorrido", disse à TSF o presidente da associação PME Portugal, Joaquim Cunha.
Uma visão acentuada pela Associação Empresarial de Portugal, que diz, que até ao momento, não foi paga qualquer dívida. Construção não recebeu um cêntimo do pagamento de dívidas do Estado

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Maioria das empresas "não vai beneficiar" de programa de ajuda à instalação painéis solares

2009-02-20
Lisboa, 20 Fev (Lusa)

A Associação Portuguesa da Indústria Solar criticou hoje o facto de a grande maioria das empresas que operam no mercado "não virem a beneficiar" do programa de incentivos à promoção da instalação de painéis solares em residências.
"Estamos a alertar [o Governo] para a urgência de acção e correcção de uma situação de distorção da livre concorrência no mercado, que vai impedir que a grande maioria das empresas 'beneficie' da aplicação das medidas de incentivo à promoção da instalação de painéis solares em residências", disse à agência Lusa o vice-presidente da Associação, Rafael Ribas.
Na semana passada, o Governo anunciou no debate quinzenal na Assembleia da República, benefícios fiscais e facilidades no acesso ao crédito bancário para as famílias que instalem painéis solares.
O programa de incentivos à utilização de energias renováveis dirigidos ao sector residencial pretende atingir 65 mil habitações em 2009, num investimento de 225 milhões de euros.
A Associação alerta o Governo para que o grosso das empresas certificadas que vivem da produção, venda e montagem de painéis solares está "muito apreensivo" em relação ao futuro do seu negócio.
"Só duas empresas foram escolhidas para fornecer equipamentos ou painéis solares", garantiu à Lusa Rafael Ribas, salientando desconhecer "as razões da exclusão das restantes igualmente certificadas".
A empresa PME Link vai funcionar como "uma central de compras" com o apoio dos bancos para acesso dos clientes ao subsídio ou ao empréstimo.
A Associação defendeu, no entanto, que deveria ser criada "mais uma via de comercialização", que permitisse às empresas excluídas participarem na aplicação do programa de incentivos e promoção da instalação de painéis solares em residências.
"Queremos que estas empresas forneçam directamente o cliente que poderá recorrer aos bancos [Caixa Geral de Depósitos, Millenium Bcp e Banco Espírito Santo], através de uma factura pró-forma, para beneficiarem dos incentivos", salientou.
A Associação já enviou uma carta ao primeiro-ministro, José Sócrates, e aos ministros da Economia e das Finanças a pedir reuniões de urgência, pois considera que "o modelo escolhido" distorcerá a livre concorrência no mercado, originando falências e agravando o desemprego.
JS.
Lusa/Fim

Se os fabricantes de menor dimensão não forem abrangidos no sistema de incentivos, param a sua actividade.


Indústria solar questiona Sócrates

Fabricantes nacionais receiam que o negócio do sol não chegue para todos.


por LÍGIA SIMÕES, in 'Semanário Económico' de 21-02-2009.

A Associação Portuguesa de Indústria Solar (APISOLAR) receia que os incentivos previstos para o sector solar térmico, nomeadamente os protocolos com as quatro entidades financeiras (CGD, BES, BPI e BCP) para apoiar o investimento em pai néis solares térmicos, não abranja todos os fabricantes e empresas importadoras. E alerta o Governo que a limitação do acesso ao sistema de incentivos pode pôr em causa a sobrevivência de dezenas de Pequenas e Médias Empresas (PME), bem como a livre concorrência. A preocupação foi manifestada pela APISOLAR ao primeiroministro, numa carta enviada na sexta-feira passada, onde é solicitada uma audiência urgente com José Sócrates antes da activacão do sistema de subsídios.

Apreensão é o sentimento revelado pelo vice-presidente da APISOLAR. Segundo Rafael Ribas, "é necessário esclarecer quais e quantas empresas vão ser escolhidas para implementação destas medidas, pois está em risco a sua sobrevivência". Também a Federação da Indústria Solar Térmica Europeia (ESTIE) pretende saber como é que será implementado este sistema de incentivos à instalação de painéis solares em mais de 65 mil habitações, anunciado pelo Governo há uma semana. Para o efeito, a ESTIE dirigiu já uma carta a José Sócrates a solicitar "mais informação", realçando na missiva que acredita que as autoridades portuguesas "continuarão a encorajar a livre concorrência" e que as medidas anunciadas tratam-se de uma "grande oportunidade que deverá ser partilhada por todos os intervenientes do mercado, independentemente da sua dimensão e origem de produtos que comercializam".

Na carta, a ESTIE não deixa de elogiar o investimento de 225 milhões de euros (comparticipação estatal de 95 milhões) para promover o mercado solar térmico, salientando o contributo que esta indústria poderá dar ao desenvolvimento económico e criação de emprego.

A APISOLAR receia, porém, que apenas dois fornecedores venham a estar habilitados a fornecer equipamentos. "Caso se confirme esta suposição, está a violar se a lei dos mercados concorrenciais e promover -se favoritismos e lobbies", realça Rafael Ribas. O mercado nacional de fabricantes de painéis solares térmicos é composto por três grandes empresas: a Ao Sol, o Grupo Bosch (marcas Junkers, Vulcano e Buclerus); e a Martifer Solar. A este pacote juntam-se outras sete de menor dimensão. No mercado estão ainda presentes cerca de duas dezenas de importadores.

Se os fabricantes de menor dimensão não forem abrangidos no sistema de incentivos, param a sua actividade.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

ESTAMOS MESMO FARTOS!!!!!!!

O mercado parou por completo, pois as familias estão na expectativa do que se irá passar a partir do dia 2 de Março: ou seja, quem tinha encomendas para fazer adiou, quem tinha combinado a montagem de sistemas cancelou e o mercado estagnou completamente - 1ª consequência!

Mais uma vez com este governo (Magalhães, lampadas no AKI, etc), o clientelismo e o favorecimento atingem proporções gigantescas, justificando o porquê de ser em alturas de crise que se fazem bons negócios: esmagam-se os mais fracos, protegem-se os mais fortes, e beneficiam sempre os mesmos!

MAs agora chega! Temos de divulgar esta situação pelo maior numero de pessoas e entidades, especialmente os media, de forma a ganhar a notoriedade necessária para que esta não seja mais uma causa perdida! Conto com a v. ajuda e participação!

PROGRAMA SOLAR PARA QUEM?

Afinal a quem se destina este programa?

A ajudar as familias Portuguesas a diminuir os seus custos?
A contribuir para melhorar o ambiente?
A criar mais postos de trabalho e enfrentar a crise?

Penso que não...

O finaciamento do Governo, na ordem dos 100 milhões de Euros é concedido aos BANCOS...

Em vez de se criar condições para que as PME nacionais se desenvolvam e criem mais postos de trabalho, favorece as grandes empresas Multinacionais ou Nacionais, que deviam ser incentivadas a produzir para exportação, mas que preferem asfixiar o mercado nacional, arrasando com a concorrência, contribuindo para o aumento do desemprego.

Cria mais desigualdade, pois a favorecendo apenas estas 2 empresas, sem nenhum tipo de critério, consulta ao mercado ou concurso público, de forma totalmente desleal e anti-concorrencial, cria cada vez mais dificuldades às restantes empresas do mercado, contribuindo para o mal estar que cada vez mais se sente em Portugal.

E quem são as tais empresas fornecedoras?

SURPRESA!!!
VEJAM SE CONSEGUEM ADIVINHAR!!!!!!!!!!

Uma das 2 (SIM, DUAS!!!!!!!!!!!) empresas é a Vulcano, fabricante nacional de esquentadores e paineis solares, empregando aproximadamente 1000 pessoas, das quais 40 afectas ao fabrico de paineis solares.

A outra empresa (esta é sem dúvida a maior surpresa!), é a AoSol, empresa nacional, fabricante de paineis solares, que nos ultimos tempos atravessava uma fase dificil, tendo equacionado recentemente encerrar a actividade, mas, e ao que parece, foi salva por um financiamento recente (muito recente mesmo, mas anterior a este programa), por parte da bem conhecida MARTIFER, empresa que tem evidenciado um enorme crescimento desde 2005...

Ou seja, os tais 2500 postos de trabalho que o Governo se propõe criar com esta medida, resumem-se a talvez 100 postos directos nestas 2 empresas, e a manutenção dos postos de trabalho das empresas instaladoras actualmente existentes no mercado, que tiverem a sorte (ou audácia...) de serem convidadas por estas 2 marcas, conseguindo manter em actividade talvez 2000 das 6000 pessoas actualmente afectas directamente a este mercado.

CONCLUSÃO:

Para a criação / manutenção destes 2500 postos de trabalho, vamos criar as condições ideais para que as cerca de 10 empresas nacionais fabricantes de paineis solares (todas PME), aproximadamente 130 empresas importadoras ou distribuidoras existentes no mercado e mais de 2000 entidades instaladoras, encerrem por falência, colocando AFINAL no DESEMPREGO, 3500 dos 6000 trabalhadores afectos a estas empresas!

Esclarecimentos? Ainda não

Afinal, se eu quiser comprar este sistema, vou ter de ir a um de 4 bancos (e se o banco com quem trabalho não faz parte da lista?), a partir de dia 2 de Março - a minha compra vai ter de esperar...mesmo que não precise de crédito, acho que eles é que são os especialistas mais indicados para me aconselharem...e esclarecerem as minhas dúvidas...

Afinal, para poder fornecer este tipo de equipamentos tinha de celebrar um Protocolo (que não sei qual é nem se afinal existe!), com uma entidade (que também ninguém sabe quem é!), em determinada altura (não sei quando, porque ninguém avisou!), por isso fui ter com a Associação Profissional do sector, à qual pertenço, que, afinal, também não sabe de nada, POIS NÃO FOI CONSULTADA, INFORMADA E NEM SEQUER ESCLARECIDA!!!!!

Quando me tentei informar porque o meu nome ainda não constava da lista de instaladores solares credenciados, apesar de ter concluido o curso em Junho do ano passado, fui informado que o processo estava atrasado, mas em curso - e perguntei:

Então, e agora? Como é que as pessoas e as entidades encarregues deste processo (os tais Bancos), sabem que eu existo e sou uma das pessoas indicadas para instalar estes sistemas?

Resposta: Não faz mal, o Sr. só vai instalar estes sistemas, ao abrigo deste programa, se uma das empresas fornecedoras o contactar e efectuar um contrato de instalação consigo!

Então, mas os valores não obedecem, tal como no preço dos sistemas, a um financiamento e incentivo? quem determina o valor do meu serviço?

As empresas fornecedoras, as tais que vão vender mais barato, por causa do efeito de escala...

Como aderir?

Todos os interessados, começam desde logo à procura de informação:

Quando é que podem comprar estes sistemas mais baratos 50%?

A quem me dirijo?

Como faço para me inscrever como fornecedor destes sistemas?

Como faço para me inscrever como instalador destes sistemas? será que é necessário, ou apenas por ser instalador credenciado e incrito na DGEG, faço automaticamente parte do sistema?

Quais os tipos de sistemas propostos e de que marcas?

Boas noticias!

A 11 de Fevereiro de 2009, o nosso 1º Ministro, anunciava, no Parlamento, a noticia que todos nós esperavamos:

O Governo vai finalmente conceder apoios à instalação de sistemas solares térmicos, beneficiando as familias que estiverem dispostas a adquirir estes sistemas, em mais de 50% do custo inicial!

As familias Portuguesas começam finalmente a pensar que este sistema já é compensador, sob o ponto de vista financeiro, amortizável ao fim de poucos anos, justificando agora o investimento, até facilitado em termos de crédito e spread, permitindo reduzir os custos com energia e deduzir à colecta de IRS!

Contas à vida! Finalmente os instaladores vão poder utilizar os cursos e credenciações obrigatórios, que tanto custaram a obter, significando muitas vezes, o investimento de vários dias de trabalho para assistir às formações e testes obrigatórios - mas compensou, pois agora finalmente tem a oportunidade de instalar os sistemas solares, benéficos para todos, mas até agora ainda muito caros para a maioria dos Portugueses.

Para as empresas produtoras, distribuidoras e importadoras destes sistemas para Portugal, finalmente a compensação para os investimentos realizados, nomeadamente o financiamento de vários cursos profissionais, para que os seus clientes instaladores se credenciem, de forma a poderem instalar os sistemas solares no futuro - finalmente a luz ao fundo do túnel!

Para o Governo e o Ambiente em Portugal, pois vai permitir atingir mais rapidamente as metas traçadas pela UE para o ano de 2020!

Apesar de ser uma medida para apenas um ano, com fins exclusivamente eleitorais, vem benefeciar todos os intervenientes do mercado, o que não deixa de ser uma medida positiva!